Monday, December 11, 2006

Ode a dama da noite

Quantas vezes senti teu corpo contra o meu?
Oh dama da noite e senhora das manhas!
E quantas vezes preenchi o suco teu?
Que com sutileza sempre bem me acolheu

E ainda ha' muitos que ousam em dizer:
Que tu nada vales
Que em teu ventre nada se constroi
Que as almas perdidas se acumulam ao teu redor!

Ah... deixe falarem!
Pois esses pobres nao enxergam a metade,
E nao entendem a mais pura das verdades,
Que e's tu sinuca a razao do meu viver!


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